Carolina Drahomiro é natural de Recife, mestra em Arte e Design para o Espaço Público pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2021), arquiteta e urbanista pela Universidade Católica de Pernambuco (2011). Como artista visual independente, se debruça nos estudos da pós-memória, especialmente atenta às figuras das mulheres e nas fricções territoriais, procurando na própria história familiar e nas experiências em trânsito, experimentar e subverter materialidades para a construção da identificação coletiva.
Dentre algumas atividades mais relevantes, integrou a exposição Recife Original Style, com curadoria de Aslan Cabral, na Galeria Amparo 60 (Recife, 2026); Fez parte da exposição coletiva Reflorestar, com curadoria de Stella Mendes, na Galeria Christal (Recife, 2022); Participou do 7º Pequeno Encontro da Fotografia (Olinda/Recife, 2021); Na co-fundação do Saúva Coletivo, participou da residência A Salto (Elvas, portugal, 2021), colaborando no espetáculo Mar Morno, de Danilo Galvão; Participou da residência artística Grão, na Quinta das Relvas (Aveiro, Portugal, 2020), com exposições na Biblioteca de Albergaria-a-Velha e na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa; Publicou a pesquisa Saudades do Nordeste, na Unplanned Magazine (ed.1 - 2022) e colaborou na publicação Modos de (Co)existência: Espaço confinado, condição global, resistência, de Gabriela Vaz-Pinheiro (ed.), pelo I2ADS, ambas na cidade do Porto, Portugal.
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"Recebi uma mensagem de Carol em agosto de 2022, mas foi apenas em setembro de 2024 que, de fato, iniciamos nosso trabalho juntas. Fui convidada para orientar sua pesquisa — ou melhor, um desdobramento de seu mestrado.
Acompanhar essa jornada — esse mergulho na produção artística a partir de uma ideia já tão amadurecida — foi profundamente instigante. Foram muitos encontros online, muitas conversas atravessadas pela vida. Em várias chamadas, sua filha ainda bebê estava presente: às vezes no colo, outras sendo amamentada enquanto pensávamos, juntas, caminhos para o trabalho. Há algo de muito potente nessa convivência entre criação, cuidado e insistência.
Sobre sua trajetória recente, já estamos em 2025: Carol participou de exposições, integrou uma coletiva na Amparo 60 e segue afirmando seu lugar no circuito artístico. Gosto quando uma artista respeita o tempo de seus próprios processos — e Carol faz isso com rigor e escuta.
De 2022 até aqui, chegando à sua primeira individual, Carol Drahomiro não apenas se lançou com coragem e compromisso, mas apresenta um trabalho consistente, amadurecido e atravessado força.
Um salve para Vovó Julieta, presença fundamental e personagem central deste percurso."
Acompanhar essa jornada — esse mergulho na produção artística a partir de uma ideia já tão amadurecida — foi profundamente instigante. Foram muitos encontros online, muitas conversas atravessadas pela vida. Em várias chamadas, sua filha ainda bebê estava presente: às vezes no colo, outras sendo amamentada enquanto pensávamos, juntas, caminhos para o trabalho. Há algo de muito potente nessa convivência entre criação, cuidado e insistência.
Sobre sua trajetória recente, já estamos em 2025: Carol participou de exposições, integrou uma coletiva na Amparo 60 e segue afirmando seu lugar no circuito artístico. Gosto quando uma artista respeita o tempo de seus próprios processos — e Carol faz isso com rigor e escuta.
De 2022 até aqui, chegando à sua primeira individual, Carol Drahomiro não apenas se lançou com coragem e compromisso, mas apresenta um trabalho consistente, amadurecido e atravessado força.
Um salve para Vovó Julieta, presença fundamental e personagem central deste percurso."
Beth da Matta